terça-feira, 15 de setembro de 2009

Toma lá um brasão


Dedicado ao António







Todos nós temos a curiosidade de saber se entre os nossos antepassados se encontrariam valentes cavaleiros ou exploradores que nos deixassem orgulhosos. Mas lembro-me sempre de uma amiga que dizia que não devemos procurar muito a fundo na árvore geneológica porque de certeza que em todas as famílias existiram uma prostituta e um padre...
Que relação terá o António Maria Aráujo com D. Rodrigo Anes de Araújo, um fidalgo da Galiza? O neto deste terá sido o primeiro Araújo português- D. Vasco Rodrigues de Araújo. Seria um bom fidalgo ou apenas um bárbaro?

Era curioso ver assim fechar um círculo, já que o teu avô (na altura o último dos Pestanas Araújo) por força do destino havia de renovar o sangue dos descendentes outra vez com sangue galego. O avô não era fidalgo (ou seria?) mas era nobre e honesto. Talvez esse carácter se possa herdar sem ser por decreto, não achas ?

Mais extraordinário seria ainda a hipótese (remota, muito remota) que o nome Araújo descenda do rei Ramiro II de Leão. Infelizmente os registos da nossa família perderam-se num incêndio dos Arquivos da Ribeira Brava já bem dentro do século 20. Talvez estes blogues possam servir para evitar perdas de memória colectiva como essa.

Proponho-te em contrapartida dois brasões de armas para poderes colocar na porta do teu quarto. O primeiro pensa-se ser o da família do Vasco Rodrigues Araújo e o segundo do único Conde de Irajá que existiu. Chamava-se Manuel do Monte Rodrigues de Araújo e era político como gostas, mas também padre e foi capelão-mor de dois (2) imperadores!! D. PedroI e D. Pedro II do Brasil.




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